E nem tudo são rosas

12 jan

Entre encontros e desencontros, finalmente conseguimos ter a consulta do quinto mês do meu galego, que na verdade se transformou em consulta do sexto mês, já que só faltam 10 dias para seu “mesversário” (quem também acha essa palavra esquisita?! 😂). E já que demorou tanto, levei a primogênita também para fazer um combo de consultas.

Cheguei lá muito feliz e saí cheia de caraminholas… To criando em casa aquela dupla famosa “A gorda e o magro”.

Minha princesa está no corredor do sobrepeso, gente. Com IMC de 17,1! Da pra acreditar? Fiquei tão triste. Lembrei da minha infância, o quanto eu sofria por ter restrições na alimentação. A sorte é que ela entendeu bem direitinho as orientações da pediatra e está engajada em fazer substituições na alimentação e já se empolgou até pra fazer uma aposta comigo para ver quem de nós duas chega ao peso ideal primeiro. Ainda acho incrível Malu estar na faixa do sobrepeso. Foi uma surpresa para a pediatra e para a minha mãe, que também é pediatra. Ambas – assim como eu – não conseguiriam avaliar o sobrepeso se não houvesse o cálculo, já que visualmente ela tem o corpinho todo enxutinho. Mas vamos lá, ajeitar esse cardápio, nadar diariamente e levá-la ao peso normal com saúde! 😄

Já o meu Gordo – que agora já estou revendo o apelido para “Bones” 🖖🏻 – teve um baixo ganho ponderal novamente… E chegamos à conclusão que a causa disso talvez seja a minha anemia 😢. Tive uma tristeza no fundo do coração. Quem amamenta exclusivamente em livre demanda sabe o tamanho da entrega que é viver seis meses de sua vida dedicada a um serzinho e notar que mesmo com todo o esforço, a dedicação e o cansaço inerentes a essa fase, não conseguimos atingir o objetivo de ganho ponderal do bebê por conta de uma anemia própria (dããã) é muito duro. Chorei. Me cobrei. Fiquei triste. Tive enxaqueca. Mais choro e uma decisão: chega disso! Vamos olhar pelo lado positivo: o bebê está saudável, bem desenvolvido e com o sistema imunológico excelente. Seis meses de leite materno exclusivíssimo não é para qualquer um. Então agora é olhar pra frente, fazer os nossos exames de ferritinina (mamãe e filhinho), ajustar a dieta da mamãe e partir para a introdução alimentar do meu picotinho, com a ajuda de uma prescrição de ferro para ele. Provavelmente, para mim, será também! E assim seremos iron mom and iron babye daqui a alguns meses descobriremos que o ferro serviu pra que ele fique bem, bem, bem pesadinho! 🙏🏻 Se Deus permitir.

É isso, como o título diz: “nem tudo são rosas”, mas cabe a nós decidirmos o quanto fazemos questão delas.

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Beijo pra todos e até a próxima!

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